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| a casa do lago |
Viva a emoção de amar. Desapegue-se das mágoas. Descarregue tudo na escrita. Goze a vida!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
A morte amorosa
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Apenas um desejo de fuga
Queria estar com Matt Damon hoje.
Ele, vestido de Jason Bourne.
Eu, de mocinha, indefesa, insanamente louca pela proteção dele.
Pelo seu par de olhos silenciosos e intensos.
Por aquele "cantinho" de sorriso, contido, que não sai, sabe?
E isso é pretensão, é loucura, é o quê?
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Delírio de Agosto nº 1
Comprovadamente sou uma mulher sem muitas experiências amorosas para contar, acho que por isso escrevo tão pouco neste blog. Acontece que tenho muitas amigas, e elas aprontam muito, e dá uma vontade louca de divulgar suas traquinagens, mesmo por que invejo e desejo muitas vezes que aconteça algo parecido comigo um dia...
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ou de chorinhos
Tem homem que gosta de DR. Discutir relação é coisa realmente pra quem gosta. Esse cabra de quem falo, gosta tanto que não se dá conta de que não há mais o que discutir porque, de verdade, a nossa relação já nem existe mais. Ele discutia ao vivo; já faz tempo que vem discutindo à distância, de longe, na escrita, por meio de mensagens subliminares ditas por músicos ou poetas. Pior que finge que está feliz [para sempre] na outra relação. Penso que o que ele gosta mesmo é de sofrer. Poderia ser compositor de samba.
domingo, 29 de julho de 2012
Não foi verdade
Quis logo informar a realidade no título, para não zombarem de mim.
Se isso que vou narrar tivesse mesmo acontecido juro que, por mais aberta e ordinária que eu fosse, eu não teria coragem de contar pra vocês, um mico dessa grandeza, não para vocês, que acreditam ainda em papai noel, em príncipe encantado, em duendes que vivem brincando em jardins etéreos.
Agora, por favor, abram bem os olhos, e tentem imaginar cenas surreais, dignas da sessão da madrugada mais extraordinária que uma mulher, entre quatro paredes ou mais, não deveria ter com um ser que, duvido que seja humano, nomeado aqui de Arnaldo Júnior.
Se isso que vou narrar tivesse mesmo acontecido juro que, por mais aberta e ordinária que eu fosse, eu não teria coragem de contar pra vocês, um mico dessa grandeza, não para vocês, que acreditam ainda em papai noel, em príncipe encantado, em duendes que vivem brincando em jardins etéreos.
Agora, por favor, abram bem os olhos, e tentem imaginar cenas surreais, dignas da sessão da madrugada mais extraordinária que uma mulher, entre quatro paredes ou mais, não deveria ter com um ser que, duvido que seja humano, nomeado aqui de Arnaldo Júnior.
sábado, 30 de junho de 2012
ARGH!
Em festas juninas é comum me defrontar com causos engraçados. Parece que atraio coisas e pessoas esquisitas. Isso, de certo, deve ser pra depois narrar aqui, nessas terras áridas por estórias extraordinárias.
As outras duas parecem mesmo estar de férias eternas. Nem sei mais o que fazer para despertá-las dessa letargia. Ok. Blogar deve ser um ato de liberdade. Deixemos isso de lado.
Vou contar a última das minhas aventuras numa noite de são pedro, pescador famoso.
A festa estava apinhada de gente, biscoitos, enfeites nas mesas, amendoim cozido, cerveja gelada e mais um punhado de guloseimas tradicionais. Tudo aprovado. Tudo gostoso. Churrasquinho feito na hora. Acarajé, também. Tudo quente, tudo limpo, tudo perfeito. Duas bandas revezaram o palco. Entre forrós e arrochas, nos esbaldamos por mais de cinco horas seguidas.
No meio da festança, ele apareceu. Silencioso, com chapéu estiloso, jaqueta de couro, calça jeans e uma camisa de listas, rosa- claro. Cabelos grisalhos. Olhar provocador. Parecia procurar por algo. Ou por mim? Não sei se foi ou é pretensão minha, mas o cara fixou o olhar em mim. Continuei fazendo a varredura nele e foi assim que cheguei nos pés calçados com um par de sapatos brancos.
O susto foi grande.Tive pena dele. A noite estava chuvosa, prometendo borrar qualquer tipo de textura nos pés, com muita terra molhada e grama verde.
O problema foi que não conseguia desviar os olhos daquele elefante branco. Será que ele era o noivo da quadrilha de são joão? Mas, me digam, e noivo usa sapato branco? Isso não é tradição da noiva? Gente, não seria possível alguém escolher um sapato dessa cor! Concluí que sim, foi um desatino dele.
Enquanto eu enlouquecia com meus pensamentos tortos e sombrios, ele percebeu o meu olhar sobre ele e resolveu brincar de me encarar, também. A minha amiga entendeu a 'quase-paquera' e disse que iria pegar bebida ou ir ao banheiro, não sei ao certo. Continuei ali, parada, incrédula. O sapato do cara não saía dos meus miolos. Queria conhecê-lo. Precisava entendê-lo. Precisava descobri-lo.
Foi então que ele aproveitou que fiquei sozinha e me convidou pra dançar e eu fui, parecendo estar sob o feitiço do par das botinas cor de algodão.
A máxima "por fora, bela viola, por dentro, pão borolento" se aplicou perfeitamente ao causo. Quando ele me enlaçou, senti o cheiro [horrível] de couro vencido, sabe? Do tipo que nunca foi lavado e é guardado a cada verão e retirado do armário sempre no mesmo dia, no inverno de cada ano.
Tive náuseas com o odor que emanava dele. Depois teve o hálito, tipo: comi, bebi, vomitei, dormi, comi de novo e me esqueci de escovar os dentes, sabe? Que nojo!!!
Claro que evitei me aproximar do corpo dele, emudeci pra não ter que respirar o mesmo ar pesado, e pensei em me afastar no meio da música. Desisti disso. Considerando o contexto e as longas horas da 'quase-paquera', precisava falar sobre o assunto que me levou até os seus braços.
- Oh... estou com medo de pisar em seus pés.
- Pode pisar!
- Não... seu sapato é branco! Está todo limpo!
- Mas vai sujar... não me importo!
- Sério? Mas por que escolheu essa cor? Você é da área de saúde?
Ele riu alto revelando seus dentes sujos e fétidos. Eu sorri forçado, louca pra desaparecer como um raio.
- Não... eu gosto de branco. E combina com o chapéu.
- Ah....
Eu agradeci pela dança, puxei minha amiga para o outro canto da festa e torci pra chegar em casa logo, sã e salva, pra tomar um belo banho! E viva são pedro, pescador, que não me trouxe amor, nem calor, nem um [bom] sabor.
---
Agora voltem ao titulo e repitam comigo.
As outras duas parecem mesmo estar de férias eternas. Nem sei mais o que fazer para despertá-las dessa letargia. Ok. Blogar deve ser um ato de liberdade. Deixemos isso de lado.
Vou contar a última das minhas aventuras numa noite de são pedro, pescador famoso.
A festa estava apinhada de gente, biscoitos, enfeites nas mesas, amendoim cozido, cerveja gelada e mais um punhado de guloseimas tradicionais. Tudo aprovado. Tudo gostoso. Churrasquinho feito na hora. Acarajé, também. Tudo quente, tudo limpo, tudo perfeito. Duas bandas revezaram o palco. Entre forrós e arrochas, nos esbaldamos por mais de cinco horas seguidas.
No meio da festança, ele apareceu. Silencioso, com chapéu estiloso, jaqueta de couro, calça jeans e uma camisa de listas, rosa- claro. Cabelos grisalhos. Olhar provocador. Parecia procurar por algo. Ou por mim? Não sei se foi ou é pretensão minha, mas o cara fixou o olhar em mim. Continuei fazendo a varredura nele e foi assim que cheguei nos pés calçados com um par de sapatos brancos.
O susto foi grande.Tive pena dele. A noite estava chuvosa, prometendo borrar qualquer tipo de textura nos pés, com muita terra molhada e grama verde.
O problema foi que não conseguia desviar os olhos daquele elefante branco. Será que ele era o noivo da quadrilha de são joão? Mas, me digam, e noivo usa sapato branco? Isso não é tradição da noiva? Gente, não seria possível alguém escolher um sapato dessa cor! Concluí que sim, foi um desatino dele.
Enquanto eu enlouquecia com meus pensamentos tortos e sombrios, ele percebeu o meu olhar sobre ele e resolveu brincar de me encarar, também. A minha amiga entendeu a 'quase-paquera' e disse que iria pegar bebida ou ir ao banheiro, não sei ao certo. Continuei ali, parada, incrédula. O sapato do cara não saía dos meus miolos. Queria conhecê-lo. Precisava entendê-lo. Precisava descobri-lo.
Foi então que ele aproveitou que fiquei sozinha e me convidou pra dançar e eu fui, parecendo estar sob o feitiço do par das botinas cor de algodão.
A máxima "por fora, bela viola, por dentro, pão borolento" se aplicou perfeitamente ao causo. Quando ele me enlaçou, senti o cheiro [horrível] de couro vencido, sabe? Do tipo que nunca foi lavado e é guardado a cada verão e retirado do armário sempre no mesmo dia, no inverno de cada ano.
Tive náuseas com o odor que emanava dele. Depois teve o hálito, tipo: comi, bebi, vomitei, dormi, comi de novo e me esqueci de escovar os dentes, sabe? Que nojo!!!
Claro que evitei me aproximar do corpo dele, emudeci pra não ter que respirar o mesmo ar pesado, e pensei em me afastar no meio da música. Desisti disso. Considerando o contexto e as longas horas da 'quase-paquera', precisava falar sobre o assunto que me levou até os seus braços.
- Oh... estou com medo de pisar em seus pés.
- Pode pisar!
- Não... seu sapato é branco! Está todo limpo!
- Mas vai sujar... não me importo!
- Sério? Mas por que escolheu essa cor? Você é da área de saúde?
Ele riu alto revelando seus dentes sujos e fétidos. Eu sorri forçado, louca pra desaparecer como um raio.
- Não... eu gosto de branco. E combina com o chapéu.
- Ah....
Eu agradeci pela dança, puxei minha amiga para o outro canto da festa e torci pra chegar em casa logo, sã e salva, pra tomar um belo banho! E viva são pedro, pescador, que não me trouxe amor, nem calor, nem um [bom] sabor.
---
Agora voltem ao titulo e repitam comigo.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Encomenda
Uma amiga me chamou a atenção para uma música extraordinária [Cigano/Djavan]. Me pediu para escrever sobre. Comentei que eu não conseguiria escrever sem inspiração, sem uma história minha nela. Ainda assim, diante do pleito, ouvi algumas vezes essa linda canção e aqui está, querida, em sua homenagem!
Na falta da criatividade resolvi comentar a letra, pra quem sabe, aliviar essa tensão minha, sua, nossa, pós ressaca do dia deles, dos enamorados. Um dia faremos nós, inúmeras comemorações, porque definitivamente, o sol nasce pra todos!
Enquanto seu lobo não vem, sonhemos, cantemos, dancemos... o santo antônio já ouviu nossas preces!
Te querer
Na falta da criatividade resolvi comentar a letra, pra quem sabe, aliviar essa tensão minha, sua, nossa, pós ressaca do dia deles, dos enamorados. Um dia faremos nós, inúmeras comemorações, porque definitivamente, o sol nasce pra todos!
Enquanto seu lobo não vem, sonhemos, cantemos, dancemos... o santo antônio já ouviu nossas preces!
Te querer
Viver mais pra ser exato
[exagero dele, né? Conseguimos viver sem um amor. Talvez não consigamos viver em sua plenitude]
Te seguir
E poder chegar
Onde tudo é só meu
[Que louco desejar isso! Não possuímos nem a nós mesmos]
[exagero dele, né? Conseguimos viver sem um amor. Talvez não consigamos viver em sua plenitude]
Te seguir
E poder chegar
Onde tudo é só meu
[Que louco desejar isso! Não possuímos nem a nós mesmos]
Te encontrar
Dar a cara pro teu beijo
[Beijo se ganha, não se pede, nem se implora... autoestima é importante!]
Correr atrás de ti feito cigano
Cigano, cigano
[é poético, mas não me encanta pensar que terei que correr atrás, suar, mendigar atenção...]
Me jogar sem medir
[olha aí... com os dois pés no ar, o tombo pode ser gigante!]
Viajar
Entre pernas e delícias
[opa.. uma delícia, pensar o ato de amar, assim, sem medidas...]
Conhecer
Dar a cara pro teu beijo
[Beijo se ganha, não se pede, nem se implora... autoestima é importante!]
Correr atrás de ti feito cigano
Cigano, cigano
[é poético, mas não me encanta pensar que terei que correr atrás, suar, mendigar atenção...]
Me jogar sem medir
[olha aí... com os dois pés no ar, o tombo pode ser gigante!]
Viajar
Entre pernas e delícias
[opa.. uma delícia, pensar o ato de amar, assim, sem medidas...]
Conhecer
Pra notícias dar
Devassar sua vida
Resistir
Ao que pode o pensamento
[o grande engano talvez seja esse, o de achar que precisamos conhecer tudo do outro... mas não é o mistério, o que desconhecemos, o que há de mais instigante num novo amor?]
Saber chegar no seu melhor momento
Momento, momento
[Quando é? Como saber?]
Devassar sua vida
Resistir
Ao que pode o pensamento
[o grande engano talvez seja esse, o de achar que precisamos conhecer tudo do outro... mas não é o mistério, o que desconhecemos, o que há de mais instigante num novo amor?]
Saber chegar no seu melhor momento
Momento, momento
[Quando é? Como saber?]
Pra ficar e ficar
Juntos, dentro, horas
Juntos, dentro, horas
[uau]
Tudo ali às claras
Deixar crescer
Até romper
A manhã
Tudo ali às claras
Deixar crescer
Até romper
A manhã
Como o mar está sereno
Olha lá
As gaivotas já
Vão deixar suas ilhas
Veja o Sol
É demais esta cidade!
A gente vai
Ter um dia de calor...
[não há mais o que criticar...quando se ama, naturalmente, a gente vê beleza em tudo, e tudo é lindo, contagiante, emocionante, extraordinário de se viver! Até um dia de [muito] calor...
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