segunda-feira, 19 de julho de 2010

Novo significado para PA

Não preciso falar da definição anterior. Sou uma menina educada, que tenta ser extraordinária, que odeia xingamentos.O novo significado para PA, condizente com o meu momento significa apenas: Perdoa Amigo! 
Desculpa se te usei, se te fiz acreditar que, a partir do sexo, travaríamos uma relação de amor. Perdoa se parecia que daríamos um novo início, um novo sentido para nossa união (momentânea e besta) de corpos. Mas foi só isso mesmo. Que pena ter provocado, digo, insistido, nesse reencontro tão vazio, sem cheiro de romance, sem gosto ou sabor de quero mais você, quero mais sua alma, quero mais dengo, quero mais sentir, que suar ao seu lado.
O meu pedido formal de desculpas, para esse amigo querido, espera ser de alento. De desculpas verdadeiras, desejando nunca mais precisar de nenhum estepe, de um desejo de consumo, como o é, comer uma pizza, ou sanduba, com muita fome, mas que logo depois jogamos os restos ao lixo, que logo depois desprezamos as sobras, sem dó ou piedade. 
O que seriam as sobras, em nosso caso? Certamente, o que não "consumimos", não alcançamos juntos. Desejo de se ver reconhecido nos olhos brilhantes e sorridentes do outro? Um cafuné gostoso? Um colo pra deitar? Conversar sobre tudo? Cumplicidade? Mãos entrelaçadas até pra ver um filme? Ou dormir, cansados e apenas dizer um pro outro um "boa noite"? Não amigo, você não fez nem faz parte desses meus sonhos doces e românticos. Pelos vazios, PA, por favor, me perdoa!
E se aceitares as minhas desculpas, voltaremos ao velho status de amigo, nada colorido, preto e branco mesmo, do tipo que fala e escuta as verdades, entende, sorri, chora, despenca mas sabe que a vida continua(rá), divertida, louca, diversa.
E se o sexo foi bom, imagina quando você tiver o sexo adicionado de PA: Paz e Amor? Sorte, pra nós dois. Me perdoa, amigo. Eu não sabia o que estava fazendo. Agora eu sei, e não te quero mais. Apenas não te quero mais. Não mais, não é Lulu?

domingo, 11 de julho de 2010

Meu pecado vivia na piscina

Não houve jeito. Hoje, no final da copa do mundo, tudo conspirou para eu contar a história com o meu vizinho espanhol.
Primeiro porque o seu país, merecidamente, levou pra casa a taça do mundo, que já foi nossa. Depois li o post anterior, de uma das ordinárias daqui. Terceiro, liguei para outra ordinária para confirmar se já havia postado algo sobre esse europeu genuíno no blog. Após negar, ela concordou comigo. Tinha que ser hoje a vez dele por aqui chegar.
E, obediente, tentei me lembrar com riqueza de detalhes. Espero que apreciem, sem moderação, porque ficou comprida a narração!
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Vizinhos fazem parte da vida e da rotina de todo o mundo. Casa, apartamento, sítios, hotéis, no campo, no trabalho, no avião... basta estar de um lado ou de outro, embaixo ou em cima, eles estão por perto, pelos quatro cantos. Às vezes silenciosos, outras tantas ruidosos, e poucas vezes, para nossa infelicidade, extraordinariamente encantadores.
O meu caso com o encantador, e pedaço de bom caminho, teve início na beira da piscina, numa tarde de primavera, com o sol nublado, meio sem graça. Eu estava com uma amiga, parceira perfeita para aventuras de todo tipo. Suspiramos juntas.
Colocamos os óculos para melhor contemplar toda aquela expressão corporal, bem talhada, parecida com a dos jogadores que bravamente correram, caíram, chutaram, suaram e saíram vitoriosos, no final do jogo de hoje, contra os outros lindões da Holanda. Certo, preciso lembrar do juiz da partida, também, careca e lindo. Até os carecas de lá são extraordinários. Haja coração, hein Galvão?
Voltando ao "caso espanhol", de nome C. Esteban, nós fingimos que ele era qualquer um. Um transeunte. Nunca imaginei escrever essa palavra, muito menos no Extra, mas enfim, fingimos que ele era um transeunte. E ele puxou conversa. Nos revelou seu sotaque confuso, abrasileirado, apresentou seus dentes brancos, que mais pareciam os de uma propaganda de creme dental.
Conversamos bobagens, papos internacionais do tipo: no Brasil é assim, na Espanha é assado... nos pareceu um tanto exagerado, com ares de quem gosta de briga, meio pit bull, irado com as bandas de pagode e mais ainda com as indelicadezas e péssimos serviços de atendimentos do nosso país.
Enquanto ele praguejava, nós só fazíamos medir cada centímetro do seu corpo. Me faltou uma lupa, nesse momento...e sorrimos ao sol, se pondo e sem graça. E nos despedimos. Fomos almoçar e resenhar sobre aquilo tudo que contemplamos. Na saída pro shopping, o elevador parou no décimo andar. Eu sabia que era o dele. Eu sabia que era ele que entraria. Ainda mais bonito, mais espanhol, mais cheiroso, mais cheio de vida, mais apetitoso, assim, limpinho, de meias brancas. Nos olhamos, sorrimos, nos despedimos mais uma vez.
Logo entendi seus hábitos no prédio e a piscina passou a ser meu lugar predileto de visitação. Eu, ele, aquela água azulada e toda a minha fantasia me contorcendo.Neste dia, ele me disse que tinha açúcar, caso eu precisasse. Nessas situações, uma mulher extraordinária apenas sorri. Foi o que fiz. Além disso, mandei torpedo para as duas ordinárias. Comemoramos a paquera adocicada! Todas, surtadas, desejantes para saber o final desse climão, nascido entre essa temperada baiana e o temperamental estrangeiro.
Os meses se passaram.Ele viajou pra Espanha. Ficou três meses por lá, como o faz ano após ano desde que se mudou pra Bahia. E três meses foram exatamente o tempo, em que diariamente, eu passava na garagem pelo seu carro de câmbio automático, e repetia um mantra "delícia... ainda te devoro!"
Ele voltou, finalmente. E no mesmo dia nos encontramos na piscina, "o nosso cúmplice lugar". O sorriso dele era melhor que se refrescar com uma limonada, num dia quente do verão, que já se fazia presente, com seu sol, cheio de graça.
E o tempo passou. E eu decidi, no penúltimo dia do ano, ser uma boa vizinha, mas só para ele. Interfonei para lhe desejar um feliz ano novo. Na verdade estava a espera de um milagre. Um reveillon bizarro que tinha pela frente, com um paquerinha meio gay e sua família, tinha que ter uma véspera mais animadora.
O porteiro, sempre solícito, me disse: "senhora, ele saiu pra correr....quando voltar da corrida, darei o seu recado. " Eu agradeci, morta de vergonha, e me esqueci de esperar.
Não imaginei que ele fosse tocar a campainha duas horas mais tarde, já limpinho, mais bonito, mais cheiroso, mais espanhol que nunca, e fosse me perguntar, rispidamente, o que eu desejava falar com ele.
Não imaginei também que ele aceitaria meu convite para entrar, e que na minha varanda iria me tascar um beijo cinematográfico.
Muito menos que me arrastaria para (minha) cama, me faria entender, em segundos, porque é tão caliente e forte como os toureiros da sua região.
Ele se mostrou tão intenso quanto demonstrou ser o goleiro e capitão do seu time, quando o vi beijar a taça do mundo, que já foi nossa.
E claro, nos devoramos, intensamente. Promessa cumprida.
Por essa conquista, nada de fogos de artifício. Todas as vuvuzelas do mundo tocaram em sintonia naquela noite de veraneio do dia 30 de dezembro.
E como não acreditar em milagres? Eles existem sim. Papai noel também. Veja o meu presente. Chegou mais tarde, bateu em minha porta, quase (já) desembrulhado, só pra mim.

sábado, 10 de julho de 2010

O Pecado Mora ao Lado

Ele não mora ao lado, como sugere o título, mas em cima ("em cima de mim", como cantaria Vanessa da Mata seria óóóóótimo), ou em bom português, dois andares acima do meu apartamento. Desde que me mudei, não tiro os olhos dele. Até já brigamos, por causa de uma vaga na garagem (adorei vê-lo enfurecido, rsrsrs). Mas essa coisinha fofa vive acompanhado, há sempre uma garota diferente ao lado dele (todas feias, claro, gordas e desconjuntadas, afff).
Embora meu interesse já tenha chegado aos seus ouvidos, ele se faz de desentendido quando nos encontramos nas áreas comuns do condomínio. E para o meu desespero, sempre estou descabelada ou desarrumada, quando essas oportunidades surgem. Aí não dá pra investir, né? (uma mulher EXTRAordinária não arrisca uma paquera se não tiver chances de se dar bem)
Como ele mora com os pais, consegui aproximação com a mãe, e logo conquistei o coração dos velhos. Mas ele parece não me enxergar. 
Essa semana eu bati lá, fui devolver um prato, pois sua mãe havia me mandado uma generosa fatia de um bolo delicioso. Para minha surpresa (e desespero também, pois acabava de sair do banho e não havia sequer passado um batom) quem abriu-me a porta foi ele. Fiquei sem graça (sempre fico sem jeito diante dele), lembrei que estava trajando uma camiseta velha, short e chinelos de usar dentro de casa.
Disse-me que sua mãe não estava, não me convidou a entrar (ah, se ele faz isso, juro que tomava coragem), apenas pegou o prato de minhas mãos. Agradeci e virei-me pra ir embora, quando o ouvi me chamar: É hoje, pensei. Mas ele não fez nenhuma gracinha, como eu desejava, apenas ofereceu-me limões fresquinhos, vindos do sítio da família. (Deveria convidá-lo a tomar uma caipirinha... o que mais eu faria com limões???)
- Não, obrigada.
 Entrei no elevador sentindo raiva de mim mesma por ter ficado paralisada diante dele e desperdiçado aquela chance única. 
Um pecado! Pensando bem, pecado mesmo é ele não me dar bola!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Teclar para pedalar...

Claro que foi na escrita que nos encontramos com mais fervor. Os encontros presenciais (não estou falando de aulas de pós-graduação), foram fortuitos, passageiros, rápidos demais. No passado até que foram mais duradouros. No presente, só virtualmente, via msn. Nunca nos beijamos. Sempre nos desejamos. Isso já foi textualmente dito por ambos.

Como descrevê-lo, fisicamente, além do que o meu coração sente ao teclarmos a qualquer hora do dia? Zezito é doce. Tem minha idade, é leonino de olhos azuis, careca, e apesar de branco, está sempre avermelhado, como se estivesse com vergonha ou bravo com alguma coisa, do tipo "O Brasil perdeu (de novo) a chance do hexa!"

É muito espirituoso. Conversa inteligente que seduz, sabe? Quando sorri, faz aquelas covinhas infantis de um lado e de outro da face. Está com um peso adequado, estatura mediana, se bem que, ao meu lado, parece que somos do mesmo tamanho...que bobagem, isso já é fantasia minha...deve ser mais alto, claro!

Ama pedalar, e obviamente, faz parte daqueles grupos que saem por aí, em suas modernas bicicletas. Tem portfólio profissional. Especialista em design. Mas não consigo falar mais que isso. Prefiro falar do que nos envolve. As palavras trocadas nos envolvem. Sedução de primeira, na world wide web!

Custei a acreditar em almas gêmeas. Ok, ainda não acredito. Se existir, pode(rá) ser ele a minha. Porque nos entendemos nas entrelinhas, nos silêncios. Penso no que pode vir como resposta até naquele momento que, do outro lado, aparece a mensagem no rodapé: "seu paquerinha fofo está teclando".

E ontem tivemos aquele papo revelação/declaração. Ele, por fim, despejou em forma de texto, tudo o que estava preso na garganta, digo, no coração. Me disse sem muito jeito, porque além de tudo é um tímido, que estava muito intrigado conosco. Que pensava em mim mais do que devia, que me desejava muito, que éramos muito parecidos, que não via a hora de nos reencontrarmos para andar de bike.

Ok, o "quase" convite para um encontro a dois será cercado de ruas, asfalto, gente, carros, sinaleiras, pedestres, frio, vento, cabelos fora do lugar (argh) e ainda a testagem de como eu me comportarei sob duas rodas, como eu me sairei tendo que acompanhar, esse meu amor, extraordinariamente virtual.

Mas não existe o teste do biquini? Então...comigo será o teste da resistência: quanto tempo ficaremos pedalando até que encontremos um lugar seguro, longe dos olhos e ouvidos externos, para o primeiro beijo?

Mesmo com a ansiedade me corroendo, decidi que não vou investir dinheiro neste meio de transporte. Quando pequena, nas vésperas do natal, vivia a implorar em recadinhos singelos com a frase "eu quero a minha caloi". Ou seja, antes de finalmente chegarmos aos finalmentes, terei que pedir emprestada ou em último caso, roubar a bike do meu sobrinho, por algumas horas.

No msn de ontem eu li "nem consigo dizer o que senti quando nos abraçamos. Queria ter ficado ali, com você, pra sempre".
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Onde é mesmo que se vendem bicicletas de última geração??

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Livro Extraordinário


Resuminho rápido: Adriana, 38, inteligente, rica, antenada, culta, linda, sofisticada e neurótica, resolve castrar o namorado, jovem ator de lindos bíceps e QI de jiló.

Minhas impressões: adorei! Li ontem, largada no sofá, com dor de garganta, usando meia vermelha, pijama marrom e moleton cinza, com vontade de mandar todo mundo TNC, tomando chá de capim cidreira e comendo pipoca (estilo “Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos). Fernanda Young com toda a sua lúcida loucura levanta questões maravilhosas para refletirmos; vou decodificá-las do meu jeito, aqui só pra gente:
  1. todas as relações são baseadas em interesses – sexo, dinheiro, status, companhia, vaidade etc;
  2. chega de guerra dos sexos – não existem inimigos;
  3. Fernanda Young queria ter um pênis;
  4. Suzana Vieira é uma esfinge;
  5. só as mulheres entendem o que é a figura na capa do livro.

sábado, 3 de julho de 2010

Ele me disse "até breve"



Essa era a música que gostaria de dedicar para meu mocinho dos olhos cor de tarde chuvosa. Tudo isso era o que queria dizer pra ele, mas não vou dizer: ele tem dona, alias como parece acontecer com todos os homens do planeta. E eu, muito catolicamente, me sinto pecando ao desejar o homem da próxima. Por isso só dedico a música, anonimamente, como uma boa ordinária que sou, e rezo, rezo muito, para um dia ficar com (um) você amor.




Mundo Inteiro
Roberta Campos

Quero ver você com esses olhos
Olhando para mim olhar inteiro
Falo bem baixinho e completo
Passando a mão no teu cabelo
Esqueço que a hora passa e invento
Um modo de ficar por muito tempo
Seguro tua mão e me contento
Fazendo isso durar por toda vida
Eu vou, eu vou, eu vou
Ficar com você amor
Quero ver você com esses olhos
Olhando para mim olhar inteiro
Falo bem baixinho e completo
Passando a mão no teu cabelo
Esqueço que a hora passa e invento
Um modo de ficar por muito tempo
Seguro tua mão e me contento
Fazendo isso durar por toda vida
Eu vou, eu vou, eu vou
Ficar com você amor
Se me disser que amanhã é tarde
Te falo mil razões que me invadem
Preciso de você o mundo inteiro
Agora que já sabe da um jeito
Eu vou esperar você amor
Pode ser o tempo que for
Eu tenho a eternidade aqui comigo (2x)
Se me disser que amanhã é tarde
Te falo mil razões que me invadem
Preciso de você o mundo inteiro (parada)
Agora que já sabe da um jeito
Eu vou esperar você amor
Pode ser o tempo que for
Eu tenho a eternidade aqui comigo (2x)

Homem Inteligente falando sobre Mulher

(Recebi por e-mail e achei que era a cara do Extra, pena não conter o nome do autor, sem dúvida um homem EXTRAordinário.)
"O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. 
Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!' 
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem
à jaula perdem o seu DNA.
Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.
Beijos matinais e um  'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.
Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por semana é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores
também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite  a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação... Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração.
Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela  
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. 
Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.  
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. 
O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
 
E, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode."