Viva a emoção de amar. Desapegue-se das mágoas. Descarregue tudo na escrita. Goze a vida!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
3 anos depois...
Cada uma seguiu um rumo. Cada uma investiu em seus escritos, em outros espaços.
Cada uma viveu amores e paixonites.
Uma casou de novo.
As outras duas continuam tentando.
Uma teima em pensar em príncipes.
Outra fala sobre sapos.
A terceira sobre um novo filho, um novo lar.
Não sei se haverá mais tempo para trilogias, tripés, tribo de três.
Mas hoje é dia de comemorar que o blog ainda está no ar!!
Em 25 de janeiro de 2010 nosso canto nasceu no anonimato, querendo mudar o rumo das coisas, no campo dos três corações, na ocasião, desesperadamente amargurados. Isso passou. Não somamos mais amarguras. Talvez decepções e algumas frustrações.
Vivemos coisas lindas a dois, ops, a seis, sem nenhuma possibilidade de orgias entre casais e menage a trois!!
Nos reencontramos, as três, num carnaval, que resultou em nossa marca: a imagem de três pares de olhares furiosos.
Por tudo o que passou, eu creio sim, que há o que comemorar. Pelas postagens, pelas visitas, pelo apoio mútuo em tempos difíceis.
A amizade permanece.
Que o blog também permaneça.
É o meu desejo, hoje, ao soprar mais uma velinha.
Adoro os desabafos daqui.Adoro as escritas-segredo compartilhadas aqui. Viva o amor! Viva o sexo com [camisinha]! Viva toda forma de amar, porque ainda vale a pena.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
[Será que] ele é "o" cara?
Roberto, o Carlos, cantarola pela milésima vez: "esse cara sou eu". Todos bem que concordam: essa é a música atual mais chatinha, a mais tocada na novela das nove e, também, a mais comentada nas redes sociais. E agora ela veio parar aqui. Claro que não é da música que quero falar. Muito menos detoná-la. Já basta disso! Quero falar sobre o seu significado bonito. Não dos seus versos piegas. Da boniteza de se pensar num homem apaixonado, que não mede esforços para conquistar e reconquistar sua amada amante.
Daí me recordo dessa canção enquanto penso em dois homens bem diferentes. O primeiro deles, um cara aí, que dorme e ronca noite a dentro, e não dá nenhum sinal que é ou será "o" cara. O outro, um cara aí, um cheio de bons sinais.
Para efeitos da descrição a seguir, didaticamente eu os dividi em duas categorias, a partir de outra canção, aquela da Rita, a Lee, que é tema-mor do bloguito, desde sempre. Um me lembra sexo. E "sexo é esporte". O outro me lembra amor. E "amor é sorte."
Daí me recordo dessa canção enquanto penso em dois homens bem diferentes. O primeiro deles, um cara aí, que dorme e ronca noite a dentro, e não dá nenhum sinal que é ou será "o" cara. O outro, um cara aí, um cheio de bons sinais.
Para efeitos da descrição a seguir, didaticamente eu os dividi em duas categorias, a partir de outra canção, aquela da Rita, a Lee, que é tema-mor do bloguito, desde sempre. Um me lembra sexo. E "sexo é esporte". O outro me lembra amor. E "amor é sorte."
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
mentes tão bem...
Se tem uma coisa que os "poetas" sertanejos e arrocheiros sabem fazer bem é declarar com exaustão suas paixonites agudas, suas dores pelos amores não correspondidos, pelas traições e decepções que vão se multiplicando, que [penso] podem ser frutos das relações líquidas vividas, nos tempos atuais. Essa reflexão a seguir pode valer para todos nós, mulheres, homens e todos os pagodeiros de plantão, sobretudo os que sabem mentir, enganar, fingir e seduzir- pelo simples prazer [leviano e nocivo] de seduzir.
sábado, 13 de outubro de 2012
das vacas magras
Quem dera se magra eu estivesse, exatamente como elas, as vacas, na falta de gado [ops], na falta de pasto verde e alto. O cenário é muito comum, nesse mundão de nordeste sem água: na ausência da grama comestível, as vaquinhas costumam ficar definhadas e tristinhas, pelos cantos, sem muita alegria para correr, amamentar suas crias, exibir suas curvas que se destacam aqui e ali, com as pintas pretas, no meio da pelugem branquinha como uma nuvem...segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Aos Cadinhos da vida
Esse blog contém cenas reais, fictícias, fragmentos, histórias, tragédias e romances com os Arnaldos, Carlinhos e Zés. Quando foi lançado, nos idos 2010, só pensávamos em pisotear [via escritos] nos cafajestes e malfeitores. Nos homens que nos subestimavam, minavam com nossa estima e com nossa esperança de sermos felizes no sexo e no amor, ao mesmo tempo e se possível, com a garantia da exclusividade no suposto "contrato" da relação.
Claro que de lá pra cá, nos assustamos, nos assombramos, nos indignamos, nos defendemos, aprendemos a dizer NÃO, com a boca cheia, nos recusamos a manter vínculos fakes, com ordinários sem noção.
Mas aí a Globo, com todo o seu poder de sedução no horário nobre, lança uma novela com uma proposta ousada: a de cultuar e validar que homens e mulheres podem [e devem] ter relações paralelas em segundo e até mesmo em terceiro plano.
Claro que de lá pra cá, nos assustamos, nos assombramos, nos indignamos, nos defendemos, aprendemos a dizer NÃO, com a boca cheia, nos recusamos a manter vínculos fakes, com ordinários sem noção.
Mas aí a Globo, com todo o seu poder de sedução no horário nobre, lança uma novela com uma proposta ousada: a de cultuar e validar que homens e mulheres podem [e devem] ter relações paralelas em segundo e até mesmo em terceiro plano.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
A morte amorosa
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